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Música no Museu:

Um projeto vitorioso

Um projeto de 11 anos já levou 250.000 pessoas aos seus concertos, recebeu vários prêmios e inovou a temporada da música clássica no Brasil. O projeto organiza concertos de janeiro a dezembro, todos os dias do ano, mesmo em domingos e feriados. Este é o Música no Museu, a versão brasileira do que acontece nos museus de maior expressão no mundo como Metropolitan, MoMA, Guggenhein (Nova Iorque), Louvre, Picasso, Montmartre (Paris), Gulbenkian (Lisboa), Prado (Madrid) etc. Em todos esses locais, a par de suas atividades principais nas artes plásticas, são dedicados amplos espaços à música como elo entre as artes plásticas e os seus próprios cenários, trazendo-lhes um ganho considerável na sua densidade cultural.

Música no Museu é uma série de concertos gratuitos que busca privilegiar a música de boa qualidade, sem distinção de procedência, escola ou época - da música medieval aos clássicos europeus, dos românticos aos impressionistas, dos modernos aos contemporâneos brasileiros, de Bach, Beethoven, Mozart e Debussy a Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Astor Piazzolla e Gershwin, todos já passaram pelos palcos de Música no Museu, na interpretação dos melhores solistas, grupos brasileiros e alguns internacionais.
Ao realizar 502 concertos em 2007, obteve o recorde homologado pelo RankBrasil, a versão brasileira do Guinness Book como a maior Série de Música Clássica do Brasil. Em 2008 esse número foi ampliado para 507, em 60 diferentes museus, palácios, igrejas e centros culturais, sendo 85% no Rio de Janeiro (representa 30% da música clássica) e o restante pelo Brasil e exterior (12), levando 60.000 aos eventos só neste ano.

O projeto ocupou 1.500 músicos, sendo 30% jovens. O RankBrasil, versão brasileira do Guinness Book, homologou, novamente, o recorde como a maior série de música clássica do Brasil e da América Latina. Realizou, também, o I Concurso Jovens Músicos - Música no Museu - 60 jovens músicos de todo o Brasil e o vencedor, uma bolsa de Mestrado na James Madison University (no valor de U$ 93 mil), o II Encontro de Empreendedorismo no Meio Musical na Escola de Música da UFRJ e Ciclos de Música Clássica - Museu do Exército-Forte de Copacabana e o III RioHarpFestival, festival internacional de harpas que colocou o Brasil e mais precisamente o Rio de Janeiro no roteiro mundial das harpas. Tendo já conquistado o Golfinho de Ouro em 2006, o projeto recebeu os seguintes prêmios em 2008: Ars Viva-Unesco, Embaixador do Rio (Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro), 18 do Forte (Exército), Ordem do Mérito Cultural 2008 (decreto do Presidente Lula, a maior honraria da cultura brasileira) e Urbanidades – IAB - Instituto dos Arquitetos do Brasil.

HISTÓRICO
Inaugurado em dezembro de 1997 no MNBA pelo violonista Turíbio Santos, o Música no Museu conta hoje, no Rio de Janeiro, com quase quarenta dos melhores museus, igrejas, Palácios e centros culturais cariocas, integrando a relação da qual constam Museu Nacional de Belas Artes, Museu da República, Museu Histórico Nacional, Museu Nacional da UFRJ (Quinta da Boa Vista), Museu da Chácara do Céu, Museu do Açude, Parque das Ruínas, Biblioteca Nacional, Museu Internacional de Arte Naïf do Rio de Janeiro, MAM-Museu de Arte Moderna, Casa França-Brasil, Casa de Cultura Laura Alvim, Museu do Radio Roberto Marinho, Espaço Cultural da Marinha, Museu do Exército (Forte de Copacabana), Museu Militar Conde de Linhares, Casa de Cultura Julieta de Serpa, Centro Cultural Telemar (Museu do Telefone), Museu da Cidade, Memorial Getúlio Vargas, Centro Cultural Light, Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro, Palácio Itamaraty, Espaço Furnas Cultural, Palácio São Clemente (Consulado de Portugal), Museu H. Stern, Paço Imperial, Mosteiro de São Bento, Igreja Santa Cruz dos Militares, Igreja da Sé, CC Loyola (PUC), Museu do I Reinado e Real Gabinete Português de Leitura.

EXPANSÃO
Música no Museu, no entanto, não se contentou em permanecer dentro das fronteiras cariocas, iniciando processo de expansão a partir de 1999, sempre com enorme sucesso de público, casas cheias, freqüentadores assíduos e apoio da mídia impressa e eletrônica. Ele também é uma realidade em São Paulo (Museu da Casa Brasileira, desde 07/04/02); Belo Horizonte (Museu Histórico Abílio Barreto, desde 28/06/02); Brasília (Memorial JK, desde 04/09/02); Florianópolis (Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Souza); Curitiba (Museu Oscar Niemayer); Porto Alegre (MARGS) e Museu Padre Toledo, em Tiradentes-MG; Solar do Jambeiro (Niterói) e MART-Museu de Arte e Tradição Religiosa - Cabo Frio-RJ. Em 2007 integrou a Bahia (Museu do Mosteiro - Salvador); Sergipe, na Biblioteca Epitáfio Dória - Sala Antonio Carlos Plesch (Aracaju) e Museu do Estado (São Cristóvão, a quarta cidade mais antiga do Brasil); Maceió (Alagoas), Recife e Olinda (Pernambuco) e Natal (Rio Grande do Norte) e agora chega ao Norte (Manaus, Belém e São Luís).
Já na sua versão internacional, em 2005 também realizou em Paris, nas comemorações do Ano Brasil-França, Musique au Musée - Museée de Montmartre e que foi o maior sucesso apresentando músicos e músicas brasileiras assim como em 2008 em cidades de Portugal (Lisboa, Santarem, Alcobaça, Aveiro e Porto), República Tcheca (Praga) e USA (Nova Iorque e Washigton) assim como Ikonen Museum de Frankfurt (Alemanha), já contatado e interessado neste desenvolvimento.


Principais Indicadores:
• Mais de 250 mil pessoas já o assistiram nesses quase 11 anos de atividades ininterruptas.
• Cerca de 2.500 concertos gratuitos realizados com a participação de mais de 1.100 músicos (grupos / orquestras / corais e solistas), sendo 80 artistas internacionais (grupos e solistas). Isso tudo do início do projeto até junho de 2005, sendo que no primeiro ano tivemos um único Museu, ampliamos para dois anos e, depois, para 11 em 2002. Agora estamos com 25.
Nunca houve cancelamento ou atraso nos concertos realizados.
Todos os espetáculos são registrados em vídeo e depois edita-se a versão do Música no Museu no ano.
Participação de artistas estrangeiros através de convênios com Embaixadas, Consulados e Órgãos Internacionais.
Tem recebido excelente resposta da mídia com mais de 1.500 registros expressivos nas mais importantes colunas e matérias nos jornais, rádios, revistas e TVs do país .
Principais Objetivos
Formar novas platéias, facilitando e incentivando a presença de crianças e jovens aos concertos.
Incentivar a visita de seus freqüentadores aos museus onde acontecem os espetáculos da série, criando programas temáticos que combinam o repertório apresentado aos eventos de artes plásticas em curso na casa - programação de compositores franceses para a exposição de Rodin, de espanhóis para Esplendores de Espanha, etc.
Manter um evento de difusão cultural que atinja públicos distintos, com boa visibilidade na mídia, e que atraia amantes da música.
Quebrar as barreiras entre eventos de música clássica e de outros gêneros quanto ao interesse do público em geral e aos locais de apresentações.
Incentivar jovens músicos, dando a eles a oportunidade de se apresentar em locais de prestígio para uma platéia interessada e conhecedora. Este foi o caso do pianista Pablo Rossi (14 anos), ganhador do concurso Nelson Freire de piano e que já se apresentou com a OSB no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, abrindo a série em Florianópolis.
Oferecer espetáculos de alto nível artístico a custo zero.
TODAS AS APRESENTAÇÕES DA SÉRIE TÊM ENTRADA FRANCA e faixa etária livre.
Formatação do projeto:
O projeto divide-se em cinco temporadas anuais:
- Concertos de Verão (janeiro/março)
- Concertos de Outono (abril/junho)
- Concertos de Inverno (julho/setembro)
- Concertos de Primavera (setembro/novembro)
- Grandes Concertos de Natal (dezembro).
Com esta formatação, pode ter um ou vários patrocinadores anuais dando-lhes mais opções de adequar sua verba de patrocínio.
O projeto dispõe de Lei de Incentivos Fiscais Federal (Rouanet) Estadual-RJ (ICMS) e Municipal (ISS) aprovados.

Recordes de Publico
Museu da República - Orquestra Petrobrás ProMusica: 2.000 pessoas; 40º aniversário do Museu da República - Concerto ao ar livre.
Museu Nacional de Belas Artes- Orquestra Rio Camerata -concertos de Natal realizados na maior galeria do museu, com 1.000 pessoas em 2001 e 1.000 pessoas em 2002. Estes concertos tornaram-se o Especial de Natal da TVE e exibido no dia de Natal em rede nacional.
Museu da Casa Brasileira- SP- Paulo Moura e Clara Sverner - 800 pessoas.
Memorial JK (Brasília) - Paulo Moura e Clara Sverner 600 pessoas.
Museu da UFRJ (Quinta da Boa Vista) - Quinteto de Metais da OSB- 600 pessoas- concerto comemorativo do Dia das Mães.
Museu Histórico Abílio Barreto, Belo Horizonte -Antônio Menezes- 500 pessoas.
Museu Nacional de Belas Artes- Orquestra Brasileira de Harpas- 500 pessoas.
Museu Histórico Nacional- Orquestra Rio Camerata - 400 pessoas.
Casa Franca-Brasil- Orquestra Brasileira de Harpas- concerto em homenagem a Hildegard Angel- 600 pessoas.
Casa França-Brasil - Orquestra Rio Camerata - Abertura dos Concertos de Outono - 720 pessoas.
Memorial JK (Brasília) - Orquestra de Senhoritas - 720 pessoas.
Museu do Exército (Forte de Copacabana) - Camerata de Violões - 670 pessoas.
Museu Oscar Niemayer (Curitiba)- violonista espanhol Pablo Arrieta- 600 pessoas.
Casa de Cultura Laura Alvim- Orquestra Brasileira de Harpas-homenagem a Radio Tupi - 600 pessoas.
Casa França-Brasil - pianista Miguel Proença - Abertura dos Concertos de Verão 2005 - 800 pessoas.
Casa França-Brasil - pianista Artur Moreira Lima - Abertura dos Concertos de Outono 2005- 1.000 pessoas
Museu Histórico Nacional - pianista Arnaldo Cohen - Abertura dos Concertos de Inverno 2005 - 1.200 pessoas.
Theatro Municipal do Rio de Janeiro - Orquestra Sinfônica Brasileira - Concerto comemorativo dos oito anos de Música no Museu - outubro 2005- 2.000 pessoas.
Central do Brasil - Prédio tombado pelo IPHAN. Concerto de Natal - Banda Sinfônica e Coro da UFF - 4.000 pessoas (dezembro 2005).
Igreja de Santo Antonio - Tiradentes-MG - Nelson Freire, piano- 400 pessoas no interior da igreja e cerca de 3.000 pessoas nas ruas de Tiradentes através de telões.
Museu da República- Arthur Moreira Lima, piano. Concerto nos jardins- 2.500 pessoas- setembro 2007.
Paço Imperial- Yamandú Costa, violão. 600 pessoas - novembro 2007.
Centro Cultural Justiça Federal - Leo Gandelman, sax, e Maria Teresa Madeira, piano - 600 pessoas - novembro 2007.
Sala Cecília Meireles - concerto comemorativo dos dez anos de Música no Museu- Orquestra Sinfônica Brasileira- Jovem- 700 pessoas,

Música no Museu 2009
As novidades
O Ano Villa-Lobos

As capas dos programas de cada mês serão feitas por artistas plásticos e, ao final do ano, haverá uma exposição itinerante destas obras pelos museus da Série: Sonia Madruga, Carlos Bracher (março - o retrato de Villa-Lobos), Ziraldo (fevereiro), Gonçalo Ivo (que mandará a sua tela de Paris), Isabela Francisco, Jorge Cresta Guinle, Mazeredo, Miguel Paiva, Yara Tupinambá, Malena Barreto (considerada a sucessora de Margareth Mee e que acaba de fazer o livro das árvores do Jardim Botânico, setembro, a primavera), Mario Mendonça (Tiradentes), etc.
A série foi aberta dia 9 de janeiro no CC Justiça Federal pelo pianista Luis Carlos Moura Castro com um programa só de Villa-Lobos. Em fevereiro, músicos de formação clássica apresentarão os clássicos do Carnaval, um programa de Chiquinha Gonzaga a Paulinho da Viola além de programas só de clássicos em plena semana do carnaval.
Em Março: Villa-Lobos. Serão 48 concertos com obras de Villa-Lobos em todos eles nas mais diversas formações e também reiniciando o Curso de Música Clássica no Forte de Copacabana assim como o II Concurso Jovens Músicos e o III Encontro de Empreendedorismo na Área Musical.
Música no Museu na região Norte e Nordeste (dando prosseguimento) com concertos em Manaus, Belém, São Luiz, Natal, Recife, Olinda, João Pessoa, Maceió, Aracaju, São Cristóvão e Salvador, patrocínio BNDES. Continuando a Musica no Museu Internacional. Além de Portugal, USA e República Tcheca, agregaremos Egito e Marrocos.
Além disso a série Música no Museu começa a prepar a Orquestra Jovem Música no Museu.
Realizará, também, o IV RioHarpFestival em maio, evento inserido na programação oficial do Ano da França no Brasil, a III Mostra de Música Antiga em julho e a I Mostra de Música Contemporânea em agosto, seguindo-se o Pianestival, um festival internacional de pianistas amadores, também na programação do Ano da França no Brasil.

O idealizador
O idealizador e diretor do Música no Museu é Sérgio da Costa e Silva, um empresário com visão social e cultural, que idealizou e consolidou o projeto. Partindo do modelo encontrado nos mais importantes museus em suas várias andanças internacionais, trouxe a idéia e foi aperfeiçoando e ampliando e hoje dirige a maior Série de música clássica do Brasil. Diretor da empresa Carpex Empreendimentos e Promoções, também diretor da Associação Comercial do Rio de Janeiro, está formando o Instituto Cultural Música no Museu quando espera ampliar as suas atividades e, assim, atender a uma demanda crescente do projeto. ¨Meu sonho é ter Música no Museu em todo o Brasil e já estamos quase chegando lá¨. Perguntado sobre a fórmula do sucesso, ¨trabalho e parcerias, a partir de ideias. Parcerias com os órgãos públicos da cultura nos seus vários níveis, com museus, centros culturais, igrejas, músicos, público tendo recebido apoios significativos como a critica e midia, sempre generosos com o trabalho desenvolvido. E para finalizar, patrocinadores do porte da Telebras, Eletrobras, Furnas, Light, Petrobras, Banco Bradesco, BNDES, Maritima Seguros, TBE, CRT, Ceg que nestes 11 anos proporcionaram a sua realização. Este conjunto faz com que Música no Museu seja uma doce realidade no Brasil.
Mais informações: www.musicanomuseu.com.br.

 

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